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4 conselhos para não sofrer com a síndrome do impostor e ter um bom começo de 2023

43% dos brasileiros afirmam que não sentem que são bons o bastante em suas funções, aponta estudo do LinkedIn


7 a cada 10 pessoas sofrem ao menos uma vez ao longo da vida de Síndrome do Impostor, aponta o estudo The Impostor Phenomenon (Imagem: Unsplash)



A síndrome do impostor se caracteriza pelo medo de ser descoberto como uma fraude, principalmente quando se tem uma lista de conquistas por mérito próprio. Entre os sintomas da síndrome, pode-se encontrar sentimentos de incompetências, ansiedade, esgotamento físico e emocional, auto exigência, busca pelo perfeccionismo, entre outros. 

De acordo com o estudo The Impostor Phenomenon realizado pela universidade Dominicana da Califórnia, a síndrome afeta 70% das pessoas em algum momento no ambiente de trabalho, sendo que 7 a cada 10 sofrem ao menos uma vez ao longo da vida.

 

No começo do ano, com a busca por novas metas e período de volta às aulas, os estudantes são propensos a desenvolverem a síndrome e questionarem suas conquistas. Outro momento em que a síndrome pode se manifestar, é nas tomadas de decisões importantes, como: em qual universidade cursar e qual carreira seguir, isso porque, é um momento de exposição e decisão de futuro

 

“Para não se sabotar, é importante que a pessoa tenha um preparo emocional reforçado, que se dá principalmente durante os anos iniciais da vida. É nesta fase que criamos as nossas barreiras e distinguimos o que gostamos ou não, do que é bom e o que é mau, o que nos pertence, e o que é da responsabilidade do outro e nossa. Mas, mesmo assim, estamos sujeitos à síndrome e, quando ela nos acomete, devemos agir para que não se torne algo mais grave como depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), ansiedade generalizada, entre outros” explica Juliana Frigerio, Diretora Acadêmica da WorldEd School.

 

Segundo o estudo do LinkedIn, 43% dos brasileiros participantes afirmam que não sentem que são bons o bastante em suas funções, número superior encontrado em países, como: Itália (34%), França (36%), México (38%), Alemanha (39%) e Espanha (41%). Ainda, quase metade dos profissionais (49%) afirmam que a pandemia afetou negativamente a confiança no trabalho e uma das explicações é a síndrome do impostor.

 

Nesse ínterim, a Diretora da WorldEd School, Juliana Frigerio, separou 4 conselhos de como aliviar os sintomas de fraude para ter um bom começo de ano:

  1. Faça uma lista ao longo do ano das suas conquistas: anote como conseguiu e o que teve que passar para conseguir, assim, sempre que estiver inseguro, terá um lugar que atesta que você lutou por isso;

  2. Converse com alguém de sua confiança: seja um psicólogo, um familiar, um amigo ou um professor, ter alguém para ouvi-lo ajuda a clarear a mente e tirar eventuais dúvidas;

  3. A tutoria de alunos mais novos: pode ajudar a reduzir sentimentos de indignidade, pois colocamos em prática o que dominamos e nos afirmamos ao compartilharmos o conhecimento;

  4. Crie uma rotina e cumpra-a para evitar o esgotamento físico: é importante listar horários de lazer, alimentação e trabalho, isso nos torna mais eficientes e procrastinar menos.


“O processo pelo qual o aluno passa em sua vida escolar de sucessos e frustrações é o que garante a estabilidade emocional em sua vida adulta. É através dos projetos, do trabalho em grupo e da gestão da sua vida escolar que o aluno desenvolve soft skills como a resolução de problemas, a tomada de decisões e a gestão do stress. É fundamental que a escola inclua em seu projeto pedagógico as ferramentas para que o aluno identifique os caminhos percorridos rumo ao sucesso, aprendendo nas frustrações, para evitar que se sinta desmerecedor de suas conquistas. Portanto, desenvolver resiliência e compreender o caminho percorrido faz com que o aluno se sinta mais seguro na hora de tomar decisões e confie em si mesmo. Com cada conquista e cada frustração, os alunos estão construindo uma base sólida para uma vida adulta mais equilibrada mentalmente e segura”, finaliza Frigerio.

 

Na WorldEd School, o aluno desenvolve habilidades pessoais e profissionais, e se torna um cidadão global capaz de tomar decisões, estar à frente de novos desafios e ser um um líder inspirador. A partir da dupla diplomação (americana e brasileira), o aluno se sente mais preparado e confiante para atingir seus objetivos. Conheça mais, aqui!


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