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Mulheres são as que mais investem em mercado de bem-estar sexual no Brasil

Estudo realizado pela Cortex mostrou que 64% das empresas do Setor são MEI. Empreendedores da área trabalham, na maioria dos casos, sozinhos ou têm apenas um funcionário.





Dia 6 de setembro é conhecido como o Dia do Sexo. Para comemorar a data, a Cortex, empresa líder em inteligência de vendas B2B na América Latina, realizou um estudo com mais de 5 mil empresas para mostrar o atual cenário do mercado de bem-estar sexual no Brasil e apontou que, nos últimos três anos, as mulheres foram as que mais abriram negócios no setor.





Dos estados brasileiros, o que concentra o maior número de sex shops é São Paulo, com cerca de 1.300 empresas. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 496. Minas Gerais vem logo em seguida, com 467. Os três estados, juntos, concentram quase a metade de todas as empresas deste segmento no país.

Em relação ao porte, 64% das empresas se encaixam na faixa de microempreendedor individual (MEI), com faturamento anual de até R$ 81 mil. Enquanto 24% são microempresas, e têm faturamento de até R$360 mil por ano. Os dois portes, quando somados, concentram quase 90% de todas as empresas da área.

Essa realidade também se reflete na quantidade de funcionários: 94,5% dos empreendedores dos sex shops mapeados trabalham sozinhos e apenas 2,5% contam com pelo menos um funcionário. As empresas que têm de 2 a 10 funcionários correspondem a 2,8%. Já as empresas que têm mais de 10 colaboradores representam apenas 0,2% do total.

A análise apontou ainda que 2021 foi o ano em que houve mais abertura de empresas, chegando a 797 novos CNPJs. 2013 também foi um ano que se destacou pelo crescimento de negócios desse segmento, registrando um aumento de 217% em relação ao ano anterior. Em 2020 o setor apontou um crescimento de 77% quando comparado a 2019.

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