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Neurocientista explica como vencer a autossabotagem e cumprir as metas de 2023

Dra. Thais Coelho Faria ensina como as pessoas podem parar de procrastinar e alcançar os objetivos

 


Foto divulgação: banco de imagens



O nosso cérebro funciona em ciclos e costuma responder bem a eles, principalmente quando um novo se inicia. Um dos principais circuitos que o cérebro humano costuma identificar é o ano novo, por isso, é natural sentir-se motivado nesse período e estabelecer as metas.  


O grande desafio ao definir as metas é pensar em como alcançá-las, pois essa é um fator decisivo para o cumprimento ou não da meta, e que consequentemente irá gerar uma desmotivação e procrastinação.

 

“A neurociência recomenda que em todo início de ciclo o ideal é dividir a meta em mini conquistas, pois a cada etapa concluída será ativado no cérebro o sistema de recompensa que vai gerar mais ocitocina e gaba, além de reduzir a produção de endorfina e cortisol, que aumentam a produção da célula da ansiedade no nosso cérebro” explica a neurocientista, Thais Faria Coelho.  


De acordo com Thaís, as mini metas têm que ser desenvolvidas com muita clareza, ou seja, é importante determinar uma data de início, pois essa definição evita a procrastinação, que é nata no cérebro humano visando poupar oxigênio e glicose.  


É importante também identificar os “ladrões de atenção”, como redes sociais, algum cômodo da sua casa, alguma interrupção específica durante o dia, para tentar reverter esse cenário.  


Uma técnica que funciona muito bem para concluir as metas diárias é a Pomodoro, que determina um tempo para produção e um tempo para descanso. 


Uma outra técnica que ela recomenda é trabalhar o pote da gratidão, ou seja, educar o cérebro a reconhecer as coisas positivas que acontecem durante o dia, então escrever à mão ao que você agradece e guardar em um local e abrir no final do ano.


“Eu costumo recomendar também escrever as metas a mão, pois ao fazer isso as conexões mentais como tomada de iniciativa, consciência e planejamento estratégico ficam mais ativas” finaliza a especialista.

 

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